“Não queria te contar, mas sempre fui uma pessoa de baixa auto-estima. Desde as brincadeiras maldosas das crianças do Colégio, até os foras das meninas dos meus sonhos. Um sentimento de rejeição tomou conta de mim, e hoje eu simplesmente faço o que a vida me oferece de oportunidade.
Não era capricho contar-lhe ou não, era respeito a mim. Sabe, hoje eu sei que nenhum dos meus defeitos são grandes o suficiente pra você, mas no começo nada sabemos sobre os sentimentos dos outros. Não sabemos se nosso corpo é lindo e desejado, se nosso beijo é molhado e ardente, se nosso toque é macio e quente. E ai aguardamos um feedback do primeiro contato, uma recíproca dos primeiros sentimentos, e ai deixamos aqueles hábitos repreendidos se soltarem aos poucos até podermos ser nós mesmos.
Mas meus (maus) hábitos me fazem ser a pessoa hora mau humorada, hora super carinhosa. Eles fazem minha personalidade e, quando você me teve pela primeira vez, pegou meu lado mais inocente de quem deixa cair as máscaras pra conseguir um colo consolador. E agora? Eu te agrado? Eu te faço bem? Você queria a garota sofrida do passado ou a mulher não muito disposta a conversas que eu sou? Posso ser as duas. A hora que você quiser, porque, como disse, eu aproveito as oportunidades e me adequo a elas, mas queria tanto que você tivesse a mim, e não a minha imagem.”

CHEGA DE PROBLEMAS!
Chega!
Hiper mega ultra master blaster plus advanced cansada de ser 100% imagem.
Eu sempre fui dessa teoria de me adequar ao que queriam que eu fosse. Agora eu to meio cansada, sabe… Não vivo boas fases já tem quase um ano. To começando a passar pelas “segudas vezes sem”. Segundo ano sem. Segundo aniversário. Daqui a pouco segundo Natal. E minha vida sempre sempre sempre esse inferno. Assumo que ainda tenho medo, e por hora eu me apego a ele, porque, medo ou não, é o resto do carinho que eu não tenho das pessoas que eu queria ter. Como já disse antes, pelo menos a uns tempos atrás era divertido. Pseudo overdoses de anti muitas coisas pra ver se eu passava mal e desmaiava. Mas ultimamente eu ando paradoxal. Apegada a realidade de que essas coisas não passam de alívios corporais, e se eu me matar eu vou pro inferno (TÁ NA BIBLIA). Ou seja, tenho mau humor, vontade de acabar com um maço de cigarro por hora, com MUITA vontade de tomar vodka, e um pouco desanimada de relacionamentos entre seres humanos, ou seja, vou comprar um gato.

Odeio esses cigarros de menta, de cereja, de cravo, parece que meu pulmão chupou Halls! Blérg.