Eu definitivamente não tenho estomago, e agora não tenho esofago.
Quem vai ser o próximo a decretar falência?
pensatas
Maio 18, 2009
Abril 18, 2009
sobre a vergonha de ser quem você é…
Posted by Lilla Borba under pensatas, sensações, sentimentosLeave a Comment
Quanto tempo eu não escrevo?
Quanto tempo eu não mostro que eu penso também?
To lendo mais, vendo mais filmes, tenho andado sozinha com o fone de ouvido me ensurdecendo, pensando em como eu queria ser, e não sou. Não sou por falta de tempo, ou de oportunidade, ou de tempo de desenvolver uma determinada atividade. Não sou porque me cansa ser, porque exigiria mais de mim, porque sou porca em relação aos meus objetivos.
Bom, nas minhas leituras atuais encontra-se O Leitor.
Comprei num impulso de revolta. Eu queria ler, não ia comprar. Mas depois de tomar vinte minutos de chuva por causa de um cigarro, eu fiquei revoltada com a minha falta de capacidade de parar com o vício (o que teria me poupado da chuva), entrei na livraria, peguei as encomendas na reserva, e passei por um daqueles quiosques onde estão os livros de destaque, agarrei o livro, e paguei. Assim, simples, sem nem olhar nas partes internas se a história realmente me interessaria, sem ver o preço (que por sinal, nem foi tão caro). Esses são meus impulsos de revolta: comida, consumo e grosseria (procurei uma palavra com “c”, mas não achei).
Voltando ao foco: o livro. Ele é narrado em primeira pessoa, e pelo que eu entendi, no filme, essa narração é uma sessão de terapia. No livro é simplesmente um escritor contando sua história. Em um determinado momento ele propõe a seguinte questão: quando você é criança te dá “raiva” o fato dos seus pais saberem o que é melhor pra você. Se isso já é ruim quando ainda não somos desenvolvidos, é muito maior quando somos adultos. E questiona, por exemplo, uma pessoa ser acusada de um crime. Essa pessoa é canhota, mas tem vergonha de ser canhota. Se ela admitisse usar a mão esquerda seria solta porque, por evidências, o crime foi cometido com a mão direita. Você tem direito de interferir nesse sentimento de vergonha? Você tem o direito de falar que essa pessoa é canhota, e expor seu motivo de vergonha, para defendê-la? Será que essa pessoa esta disposta a pagar pelo que não fez por ter vergonha de ser quem é? Não é mais vergonhoso vestir uma culpa?
Anyway, isso me intrigou. Por vergonha de algumas das minhas ações, ou do meu jeito, ou de alguma coisa que só eu tenho o poder de mudar, as vezes eu me deixo cair culpas. Pelas minhas omissões eu causo revoluções onde o único lado a perder é o meu. Tenho vergonha do meu passado. Vergonha das vergonhas que passei, vergonha do meu medo. E eu numa onda de tentar recuperar algumas coisas escrevi o seguinte e-mail pra uma pessoa essa semana:
[...]
Mas digamos que sou uma pessoa “na minha”. Tenho meus amigos, e minhas idiotices, mas me alimento das outras coisas. Gosto de jogar videogame, e brincar de massinha, desenhar o que to vendo, por mais q NORMALMENTE eu não consiga, leio full time pq ocupa minha mente “brilhante”, escrevo com frequencia, toco violão nas horas vagas (toco mto mal e qse nada, mas brinco), sou viciada em música, mas sou de fases. Tenho compulsividade por arte, livros e filmes. Compro DVDs a rodo, gosto de cinema filmes “cults”, choro na maioria dos filmes. Visito museus sozinha pq eu fico HORAS olhando o mesmo quadro, se necessário. Tenho horror a metrô, não gosto de praia (por causa da areia), o sol me incomoda, amo sitio, adoro frio mas dispenso chuva. Meu senso de humor é britânico, sou detalhista, mas isso não me faz perfeccionista. 90% do tempo sou metódica. Viciada em comida japonesa e mexicana. Apelidada carinhosamente de gordinha de prédio (por viver em casa, e comendo ¬¬).
Tenho tantas outras coisas para assumir. Assumir meu ciúmes exagerado dos meus amigos, meu medo de relacionamentos, a vergonha do meu corpo. Assumir que não sei pedir por favor, ou agradecer o que me é feito (por timidez, na maioria das vezes). Anyway, acho que o remédio pra vergonha é se assumir. Pra você mesmo. E termino (sem paciência por tentar concluir isso a três dias) com uma música do Pato Fu que eu não conhecia, mas que ontem meu amigo me disse que foi escrita para os gays, e na verdade fala sobre se assumir de uma maneira geral…
Ela esta pronta
Pra mudar a sua vida pra sempre
Já imagina
Como tudo vai ser tão diferente
E aquele lugar la na frente
Vai ser seu
Mais um minuto
E tudo o que sonhou vai ser verdade
Não há no mundo
Quem não entenda a sua felicidade
Que possa dizer com certeza
Que o lugar é seu
Que é de quem nasceu pra brilhar
Uh, a hora da estrela vai chegar
Uh, agora ninguém vai duvidar
Não hoje, não mais
Nem nunca, jamais
Ela esta pronta
Pra mudar a sua vida pra sempre
(A Hora da Estrela – Pato Fu)
Dezembro 30, 2008
07-12-2008
isto não é um poema.
poemas são um tédio,
eles te fazem
dormir.
Bukowski
Não sei, mas, desde alguma data que perdi a noção, toda essa coisa de vida poética tem me tirado do sério. O que acontece é que eu, toda esperta e onipotente, sou fragilizada nessa época do ano. Toda essa felicidade canina das pessoas andando na rua para ver o Natal que está chegando me incomoda de maneira tão profunda, como se estivessem ofendendo a minha mãe.
Não, não é mais um discurso de odeio o Natal. É uma questão de valores. Eu gosto do Natal, graças a ele eu tenho salário o ano inteiro. O que realmente me incomoda é que, como diz Caio “eu trocaria tudo para ser gorda, burra, alienada e feliz”, mas não sou e o conformismo alheio anda me ferindo.
O fato é que eu andava na avenida Paulista, como sempre em direção a Augusta, com mais 4 amigas. Discutiamos o que seria feito do Ano Novo, afinal, faltava pouco. As luzes de Natal acenderam por volta das 19h30. Começou o meu desespero, pois não tinha chegado nem ao Masp ainda. Em cinco minutos, aquilo que era um passeio casual, que faço quase todos os finais de semana da minha vida, se tornou o caos na terra, e a personificação do demonio naquelas luzes vermelhas (ok ok, exagerei). Mas o resultado foi que em minutos crianças eram atropeladas por carrinhos de batata frita, que eram assediados por velhas gordas com seus netos mais gordos ainda, esses que não queriam muito saber das batatas e sim dos algodões doces na esquina do Bradesco, uma antes do Opção. Conclusão, entrei em desespero e quis andar no vão central, que estava inacessivel porque os motoqueiros e aquelas familias de pai, mãe com menos de 20 anos e filho com mais de 3 em cima de uma mesma moto, também pararam para apreciar aqueles woltz disperdiçados. Enfim, invadi a pista de onibus e quase fui atropelada pelo onibus verde escuro (provavelmente o Pompéia). Abaixei a cabeça e andei a 60 km/h desesperada em direção ao meu destino final, ignorando solenemente o fato de que haviam mais quatro pessoas andando comigo (e consequentemente correndo risco de morte ao andar na faixa de onibus).
Bom, além do tumulto, do aquecimento global, sem contar o dano excessivo que estabelecimentos abertos fora do horário comercial causam ao meio ambiente (gasto de luz, disperdicio, excesso de lixo), o lixo jogado na rua, sem contar o estrago que as especiarias gastronomicas de rua fazem…
Essa é a minha visão perturbada do Natal.
Por outro lado: sinto falta da montagem da árvore no dia 8 de dezembro, e de desmontar lá pelo dia 15 quando eu voltava da viagem de férias. Sinto falta de ir a missa com a vovó, e de não poder comer rabanada antes da meia noite. Sinto falta das mesinhas de bar de metal, montadas no quintal, da época que meus primos não eram casados, de quando eu nem dirigia a palavra ao meu irmão. Sinto falta do Thiago correndo no meio das plantas comigo, mesmo que eu nem lembre hoje do rosto dele. Me dói não ver todos aqueles meus tios bananas, bando de velho barbado, discutindo por algum motivo idiota, onde no meio também se encontrava meu pai. Sinto falta da Pantera correndo pelo quintal e latindo para os fogos, do tio Jonas deitado no chão, do banheiro que era aberto em cima e que a tia Laura um dia jogou água gelada porque eu tava tomando banho quente no Rio de Janeiro. Falta da Tia Cilene, Claudia, Adriana, e da mamãe ajudando minha vó que só fazia reclamar. Não, isso que eu tenho hoje não é Natal. É data comercial que, graças a Deus (?) me sustenta.
Mataram o Natal.
Junho 3, 2008
Eu juro que preferia a fase do “eu vou me matar” à essa fase do “tudo vai mudar”. Era mais emocionante. Mas não quero falar de emoções. Estou triste, assumo. E o mundo não vai acabar, e eu não vou me matar, e minha cabeça vai pesar. Temos que viver um mundo baseado em fatos, e eu sinceramente ODEIO esse mundo. Queria voltar atrás, e ter dito “não” nos momentos corretos, e não tentar mudar o que eu prejudiquei graças a minha falta de “nãos” por ai.
I don’t want to be the filler if the void is solely yours
I don’t want to be your glass of single malt whiskey hidden in the bottom drawer
I don’t want to be the bandage if the wound is not mine
Lend me some fresh air
I don’t want to be adored for what I merely represent to you
I don’t want to be to be your babysitter you’re a very big boy now
I don’t want to be you mother, I didn’t carry you in my womb for nine months
Show me the back door
Visiting hours are 9 to 5 and if I show up at ten past six
Well I already know that you’d find some way to sneak me in and oh
Mind the empty bottle with the holes along the bottom
You see it’s too much to ask for and I am not the doctor
I don’t want to be the sweeper of the eggshells that you walk upon
I don’t want to be your other half I believe that 1 and 1 make 2
I don’t want to be your food or the light from the fridge on your face at midnight
Hey, what are you hungry for?
I don’t want to be the glue that holds your pieces together
I don’t want to be your idol, see this pedestal is high and I’m afraid of heights
I don’t want to be lived through a vicarious occasion
Please, open the window
I don’t want to live on someday when my motto is last week
I don’t want to be responsible for your fractured heart and its wounded beat
I don’t want to be your substitute for the smoke you’ve beeninhaling
What do you thank me
What do you thank me for
Junho 2, 2008
Todo mundo acha que pode, acha que é pop acha que é poeta
Todo mundo tem razão, sempre vence e na hora certa
Todo mundo prova sempre pra si mesmo que não há derrota
Todo homem tem voz grossa e tem pau grande
Que é maior do que o meu, do que o seu, do que o de todos nós
Todo mundo é referencia e se compara só pra ver quem é melhor
Todo homem é mais bonito do que eu, mas eu sou mais que todos
Todo mundo tem swing, é forte, é feliz e sabe sambar
Todos querem mas não podem admitir a coexistência do orgulho e do amor porque
Eu sou melhor do que você !
Mas por favor fique comigo que eu não tenho mais ninguém…
Todo mundo diz que sabe e quando diz que não sabe é porque
É charmoso não saber algo que todo mundo já sabe como é.
Porque todo mundo é original, é especial, é o que todos queriam ser
Não basta ser inteligente tem que ser mais do que o outro pra ele te reconhecer.
Porque…
Todo mundo ganha grana só pra dizer que ela não vale nada
Todo mundo diz que é contra a violência e sempre dá porrada
Todos querem se apaixonar sem se arriscar sem se expor nem sofrer
Todas querem vida fácil sem ser puta e com reputação se reprimem e começam a dizer
Eu sou melhor do que você!
Mas por favor fique comigo que eu não tenho mais ninguém…
Para, essa música é perfeita, e a garota que se acha poeta perde as palavras pra dizer certas coisas. Perde as palavras pra dizer o quanto é bobinha e sensível. Para dizer do quando precisa de carinho. Pra dizer que é forte até atingirem sua alma. Pra dizer que não sabe onde está o tal do botão FODA-SE. Pra dizer que ama. Pra dizer que precisa. Estou sem palavras…
*****
Eu prefiro ter um filho VIADO do que um filho recepcionista do XXX (melhor não divulgar)!
-TRRRRRRRRRRIMMMM- (telefone do Ricks)
Ricks: “Alô?”
Recepcionista: “Oi, o portador do restaurante LILILI está aqui para receber um pagamento”
Ricks: “ahn?!”
Recepcionista: “O portador do restaurante LILILI está aqui na recepção”
Ricks: “Portador DA ONDE?!”
Recepcionista: “do restaurante LILILI”
ao que eu escuto o motoboy gritando ao fundo: É LIG-LIG, Pô !!!!!
E pode ter certeza que ela ganha mais do que todos nós juntos. ¬¬
*****
Talvez eu fale Tupi-Nortista-Xavante-Sotero-Fortal-Sergipano-Cifense-Guarani. Por isso eu não te entendo!
Maio 30, 2008
Entertain me for the tenth hour in a row again
anesthetize me with your gossip and many random anecdotes
and fill every hour with activity or ear candy
drop me off at intersections in any city metropolitan
and keep me in this state
and keep me purgatorying
and sing me back to sleep
this is far more than I had bargained for
start every week with a break-neck urgent design
and end every speed day with my briefcase representing freetime
spending my fruits my purchases become my lifeline
please give my love to my family
I’ll doubtfully be home at Christmas time
don’t disturb me in this state
please leave me purgatorying
I’ll be damned if I’m to wake
this is far more than I am equipped for
I’ve held you up like a deity
like you’re the sole owner of wings
this unrequited tunnel vision
and I wonder why I’ve not been writing
please keep me in this state
please keep me purgatorying
please rock me back to sleep
this love is more than – than I have bargained for
I’ll be damned if I’m to wake
this is far more than I’m equipped for
*****
E esse é o som do momento. Estou aqui sofrendo horrores com a Alanis, a janela aberta, meu cigarro no bolso esperando a próxima pausa, e um copo de café. E na boa, não troco isso por NADA!
Maio 24, 2008
Qualquer indivíduo é mais importante que toda a Via Láctea.
[Nelson Rodrigues]
Sinceridade acabou com meus sonhos. Portanto, envolva-me na sua ficção, e minta tanto, mas tanto, que a minha realidade seja apenas seu mundo inventado.
Preciso de sonhos pra viver.
Faça-me sonhar. E me coloque nas nuvens. E me crie um universo paralelo. E não me escolha como se escolhe frutas…
Vou te querer pela eternidade e um pouco mais. Mas vou preferir o meu mundo de dor e sol. De pele e risos.
*****
Para que filosofias se você já sabe o que quer?
Eu não sei. Eu sei fingir que sei. Eu finjo bem. Eu finjo tanto que quase acredito. Envolvo minhas mentiras e meus fingimentos pra conseguir ser feliz com o pouco que sei que vou receber. E se vier mais? Eu me desconserto.
*****
Ora! Pessoas não são peixes para se escolher entre o maior rabo ou a carne mais macia.
*****
“Era uma vez o amor… ai eu matei ele e fim!”
Já dizia o Matanza: “meus vinte melhores amigos estão num maço de cigarros.”
Maio 20, 2008
Odeio, sempre odiei, e nada me fará gostar de dúvidas.
Num dia está tudo OK. No outro uma bomba cai na sua mente e você fica tentando achar algumas idéias, pra saber o que sobreviveu dentro de você.
Respeito – caráter – honra – integridade – amor.
Alicerces de qualquer relação, e que 90% domina também meu dia a dia, com exceção ao amor. É vazio não amar. É bom gostar, mas é uma dose homeopática do único sentimento que faz eu realmente me sentir completa.
Agora tenho um eco na minha cabeça: “você sempre fala dela.”. Acho que foi o único momento da vida que eu realmente me senti transbordando de sentimentos e capacidades. Sinto falta dos elogios, das brigas, das correções, das mudanças.
Eu to com febre, dor de cabeça, arrumando minhas malas e pensando: “aja certo uma vez na vida…”.
Vontade de chorar até dar sono. =/
Maio 15, 2008
“[...] nem seja a vida um fato consumado
quero provar do meu próprio pecado
quero beber do meu próprio veneno…”
Não é tudo que acontece comigo que eu realmente sei explicar. Fatos ocorrem, tristezas suavizam o sorriso estampado, mas quando ela chega tudo tem cheiro de flores de novo. Sinto-me consumida por vontades, por desejos, por inseguranças… e é tão gostoso. Nunca fui tão feliz por estar insegura. Nunca me senti tão apoiada. Nunca ri tão bobo e a toa. Crescer e amadurecer é essencial. E viver isso “de novo” com discernimento está me fazendo o maior bem da vida. Os medos, pavores, e impactos são outros. Aproveitando bem mais essa fase de estar apaixonada. De querer e desejar, e de querer loucuras das mais possiveis ao mesmo tempo que se fecha o olho e se deseja estar do lado, tomando um chopp, rindo, fazendo carinho… Não estou mais no tempo de sufocar minhas vontades graças a éticas e olhares tortos. Estou explodindo de vontades… quero todas, quero transbordar delas, “e se já for valeu, e se não for adeus…”.
Como diria Axl, “yeah, we’re fucked”.
d*.*b Ney Matogrosso – Bom Conselho
Maio 14, 2008
Eu sou só um bicho carente de carinho
Uma criança problema no meio de um dilema
Ou choro sozinho num canto na hora do espanto
Ou banco o palhaço e faço estardalhaço
No fundo, no fundo, no fundo sou um vagabundo
Um vira-lata de raça, raposa no dia de caça
Eu quebro o protocolo, me atiro no seu colo
Eu salvo sua vida quando você se suicida
Minha dor não dói, sou marginal, sou herói
Eu sou Marlon Brando, vivo numa ilha
Não faço papel de santo nem pra minha família
Não posso ser outra coisa se não James Dean
Eu sempre fui mais bonzinho quando sou ruim
Minha dor não dói, sou marginal, sou herói!
*****
Ando com carinha de quem aprontou… fato. Coisas boas e coisas ruins contrastam tanto na minha vida que, agora que eu to me acostumando, parece ser uma lei da compensação… Ok. Se é assim a brincadeira, vamos brincar. Tanto tempo que não sinto um aperto no peito ou uma vontade de chorar… É estranho demais respirar sem o compromisso de viver, e sim, simplesmente viver. É delicioso viver e eu já tinha perdido essa noção que descobrir tudo agora é tão novo. Quanto tempo não tenho medo?
i’m forever blowing bubbles
pretty bubbles in the air!